A Wicca é uma religião nova, porém, suas crenças são baseadas em rituais milenares. Ela é uma grande união de várias vertentes ocultistas e da bruxaria tradicional.
Fundada por Gerald Gardner, começou a se expandir pela Europa no ano de 1951, depois que algumas leis britânica contra a bruxaria foram colocadas por terra.
Aqui no Brasil a religião começou a se tornar conhecida nos anos 90, e logo que cresceu, começaram a surgir novas tradições dentro da Wicca, além da Garderiana que é a original.
Na Wicca cremos na Deusa e no Deus como os criadores de tudo que há na vida. A Deusa representada pela lua, em sua forma tríplice, e os Deus representado pelo sol. Na Deusa temos o sagrado feminino, a representação das fases da mulher (donzela, mãe e anciã) e no Deus temos o Sagrado masculino, representando o ciclo da vida através das estações, e representando também a vida e a morte. O Deus nasce, amadurece, se reproduz e morre todos os anos, e suas fases estão em cada estação do ano.
Temos duas grandes celebrações, que são os Sabbaths e os Esbaths, comemorados durante toda roda do ano, com rituais, danças, cantos, músicas, brincadeiras e tudo que representa a alegria de estar comemorando a vida e agradecendo aos Deuses pelas farturas e colheitas.
Aos poucos, com a Wicca, aprendemos a nos aproximar do ambiente natural. Entrar em contato com a natureza e todos os seres vivos é importante para nós, bruxas, pois essas trocas energéticas nos renovam e nos aproximam de um ambiente sagrado. Fora que nos sentimos mais leves ao conquistar a confiança e a felicidade dos elementais que nos rodeiam nas matas e florestas. O respeito que demonstramos na magia e em nossas conexões com os seres vivos, são o que nos torna melhores e dignos da confiança dos Deuses.
Autoria : Emanuela de Souza Castro Leite
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